O ano 2020 no calendário gregoriano corresponde ao ano 4718, ano do rato, no calendário chinês.

O calendário chinês é o sistema de contagem do tempo mais antigo da história. Ainda antes de Cristo os chineses o adotaram, até o mesmo ter sido substituído pelo calendário gregoriano em 1949.

Hoje, o calendário chinês é utilizado apenas na comemoração de datas importantes, tais como para escolher a data de casamento ou da abertura de um negócio, para comemorar o Ano Novo Chinês, entre outros.

Atualmente, os chineses utilizam o calendário gregoriano, calendário solar utilizado no Brasil e na maior parte do mundo.

Como o calendário chinês funciona?

O calendário chinês é lunissolar. Isso significa que ele utiliza o Sol e a Lua na sua contagem.

De acordo com o ciclo lunar, o ano teria 354 dias, no entanto, para estar em sincronia com o ciclo lunar, a cada três anos um mês é acrescentado ao calendário.

É o acontece de forma parecida com o nosso calendário, quando a cada 4 anos, nos anos bissextos, é acrescentado 1 dia no mês de fevereiro.

No calendário chinês, cada ciclo tem a duração de 12 anos, os quais têm o nome de um animal, na seguinte ordem: rato, boi, tigre, coelho, dragão, serpente, cavalo, carneiro, macaco, galo, cão e porco. Cada vez que acaba um ciclo, com o ano do porco, começa um novo, com o ano do rato.

O ano-novo chinês começa no primeiro dia do calendário gregoriano em que a lua está na fase nova.

É uma data móvel, ou seja, ele nunca acontece no mesmo dia, no entanto, sempre começa e termina entre 21 de janeiro e 21 de fevereiro.

Origem do calendário chinês

O calendário chinês, o mais antigo da história, foi criado em 2637 a.C. pelo imperador Huang Di, conhecido como o Imperador Amarelo.

Conheça 8 tipos de calendários utilizados no mundo.